Proposta de novo teclado incorpora leitores de digital e smartcards - Asplan Sistemas

Proposta de novo teclado incorpora leitores de digital e smartcards


Os
teclados brasileiros podem ganhar duas novidades: um leitor óptico para
digitais e um leitor de smartcard. A proposta será formalmente
apresentada à Associação Brasileira de Normas Técnicas e tem o objetivo
de facilitar a adoção de novas ferramentas, como a certificação digital
e, se um dia vingar, o Registro de Indentificação Civil (RIC).

A
proposta será feita pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação
(ITI) e deve ser objeto de uma longa discussão interna na ABNT sobre o
assunto. Para o diretor de Auditoria, Fiscalização e Normalização do
ITI, Pedro Paulo Lemos Machado, há vantagens na mudança nos teclados.

“Com
a normatização, esse novo teclado com os leitores digital e de
smartcard passam, por exemplo, a ser adotados nas compras da
administração pública, o que serve como indutor de mercado e facilitará
muito a disseminação de instrumentos como o certificado digital”,
acredita.

A idéia já é defendida em outras instâncias,
especialmente por entusiastas do uso da certificação digital, como é o
caso dos bancos. A própria Febraban já defendeu a adoção de um novo
padrão de teclado, ABNT3, com a inclusão do leitor de smartcard
exatamente para facilitar o uso dos certificados.

A mudança
poderia ajudar até mesmo a implementação do Registro de Identificação
Civil (RIC), a nova identidade do país que ainda atravessa um longo
calvário de implementação. Isso porque o uso de leitores diretamente nos
teclados é uma das reivindicações do estado de São Paulo para
incorporar-se ao projeto.

Com mais de 40 milhões de habitantes,
São Paulo é o único estado do país que ainda não aderiu ao convênio do
RIC. Uma das dificuldades é justamente a dimensão do trabalho, uma vez
que lá são emitidos, pelo menos, 100 mil segundas vias de identidades
diariamente.

A adoção do leitor no teclado seria uma economia
óbvia, pois substituiria a necessidade de aquisição de equipamentos
específicos. Mas o processo de uma eventual alteração é demorado. Com a
apresentação forma da proposta à ABNT, o assunto deve ficar em discussão
por 12 meses.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27853&sid=16

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *